O processo desenrolou-se sem sobressaltos de maior. A comunidade internacional e as Missões de Observação Eleitoral foram unânimes em afirmar que tudo se passou dentro da normalidade. Os pequenos problemas apontados são desvalorizados e considerados insignificantes em termos de alteração de resultados. Algumas assembleias de voto por falta de material estiveram impedidas de trabalhar mas tudo parece resolvido e foi já encontrada solução. Os últimos eleitores votaram na 2ª feira. Os salários dos funcionários que acompanharam o processo também foram regularizados. Mais do que problemas ao nível logístico as eleições na Guiné-Bissau, bem como em diversos países africanos, sofrem de outros males bem maiores. A população raramente está bem informada, desconhecem o que está em causa e muitos não sabem utilizar uma caneta. São estes, no fim, aqueles que são mais prejudicados. De salientar, no entanto, a elevada taxa de participação. "Entre 70% e 80% dos quase 600 mil eleitores fizeram uso do seu direito de voto, na esperança de que o país ultrapasse, na estabilidade, as dificuldades, entre as quais o narcotráfico e o desemprego." Nada comparável a outras democracias bem mais nossas conhecidas.
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http://dn.sapo.pt/2008/11/17/internacional/esperanca_e_forte_afluencia_urnas_gu.html
1 comentário:
È tão bom saber que pode continuar a Paz e a tranquilidade neste pais de pessoas lindas.
Obrigada Miguel pelas interessantissimas fotos e positivas palavras.
Encontramo-nos muito em breve.Estou a fazer as malas.
1 abraço.
Clara
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