segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dar vida sem Morrer

"Dar vida sem Morrer é o primeiro de três documentários sobre o antes e o depois da implementação de um projecto que tem como objectivo a Redução da Mortalidade Materna e Neo-natal na Guiné-Bissau, um país onde esta mortalidade é extremamente elevada, especialmente nas zonas de Oio e Gabú. Este projecto resulta de uma parceria entre a RTP e a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação.

Parte do financiamento deste projecto provém da emissão de solidariedade do programa "Dança Comigo por uma boa causa", cujos donativos oferecidos pelos espectadores da RTP (250.000 euros) reverteram para o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), organismo que irá ter a responsabilidade de coordenar o projecto no terreno. Também o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), na pessoa do Sr. Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Dr. João Gomes Cravinho fez questão de se juntar a esta causa e deu igual montante (250.000 euros).

Vão beneficiar desta verba total de 500.000 euros, dois hospitais maternidades e 31 centros de saúde, através da construção de um bloco operatório, da entrega de ambulâncias, da colocação de painéis solares, da distribuição de todo o tipo de materiais que envolvem a vida reprodutiva da mulher e o parto e, ainda, na formação de técnicos especializados nesta área.

Este primeiro documentário mostra a realidade actual de adolescentes mães (jovens aos 13 e 14 anos que estão grávidas do terceiro filho) e das condições mais que precárias em que são feitos os partos e da vulnerabilidade da vida dos bebés guineenses."

Para ver na RTP1 no dia 26 de Fevereiro às 21h00.

http://www.mne.gov.pt/mne/pt/noticias/200902170920.htm

2 comentários:

alecrim aos molhos disse...

Miguel,vi o documentário e a nossa querida amiga A. Fiquei emocionada desde o principio ao fim, tudo tão familiar, as pessoas , os sitios ,quase dá para sentir os cheiros , as histórias reais de um mundodo real. Para quem conheceu tudo isto é impossivel ver este documentário como mais um. Ainda bem que ficamos incrivelmente diferentes e profundamente mais sensiveis.
Sinto que tenho de voltar em breve.
Sinto-me eternamente resposável pelos meninos da BB, pela M,pelo pequenino J,e tantos outros...

Um grande abraço amigo da,
Clara

Ana disse...

A Guiné ajudou-me a sentir e a ver o mundo de outra forma. Não sei se melhor, se pior. Mas pelo menos diferente.E este documentário trouxe-me à memória as vivências de 2 anos. Só por isso já valeu a pena.